Nossa História na Área de

Saúde Integrativa (Pics)

Egrégora presencial, eventos de imersão. Na foto, Barras de Access.

O interesse comum uniu, nesta empresa, três gerações que baseiam vida e trabalho dedicados à consultoria de Responsabilidade Social, à Cultura e à Arte.

 

Fundada por Lucia Judice em 1982, a Crayon começou a atuar nas áreas de marketing onde atendeu empresas tais como Elevadores Otis, Golden Cross, EMI Odeon, Dutty Free, Pães Firenze, Laboratório Medley (então IQC), AGA Oxigênio, entre outros. Sempre com visão focada em ações com acessibilidade e responsabilidade social, a empresa cresceu e abriu seu próprio departamento de Comunicação que deu origem à Editora, em 1998.

Com a participação de Ruth Judice, professora e historiadora com grande experiência em História da Arte e Preservação de Patrimônio, a editora surge com foco na publicação de livros de História da Arte. Em 2006 a editora ganhou o prêmio Selo Acessibilidade com o livro infantil da pequena Munna, de 8 anos. A expertise nas áreas de acessibilidade deram destaque nacional ao projeto.

 
 

Nossa História junto a 

Projetos Sociais

Projeto em andamento: formação de Aromatólogos nas favelas do Rio.

Nosso trabalho de Consultoria, Mentoria e Voluntariado em Projetos Sociais começou, de forma dedicada, em 2012 quando ingressamos em Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio com novidades que ganharam prêmios.

 

Em 2013, como consultores de Responsabilidade Social do C.R.do Flamengo, atuamos na área de esporte de base em contato com

projetos de favela. Nesta mesma ocasião, começamos um trabalho presencial de imersão no Complexo do Alemão, atuando junto ao projeto

Voz das Comunidades.

Além de todos os projetos desenvolvidos na área do esporte, em 2014, todos os times de futebol do Rio foram convocados a ajudar o Hemorio a manter banco de sangue para contingências. Aderimos ao projeto com o C.R. do Flamengo a frente, viabilizando adesão de artistas e Atletas. Fomos campeões com uma torcida que "entrou em campo" para doar sangue.

Em 2016, o COI (Comitê Olímpico Internacional) selecionou nosso projeto "Jovens Atletas de Favela" para a distribuição de convites sociais. O trabalho propiciou que milhares de atletas pudessem ver, em sua cidade, os jogos Olímpicos.

 

A experiência de conviver presencialmente com as favelas do Rio, nos deu uma visão mais ampla das necessidades de crianças, jovens e grupos em situação de vulnerabilidade. Foi assim que começamos a atuar com o projeto FavelaArt, em 2017 apoiando e buscando atividades, realizando a base de comunicação, etc.

 

Em 2018, atuamos junto à Fundação Santa Cabrini - braço de qualificação e alocação de mão de obra prisional da Secretaria de Segurança do Estado do Rio. Esta experiência nos rendeu uma vivência qualificada no setor.

No início da pandemia de Covid19, em Março de 2020, iniciamos o primeiro ensaio de como levar as PICs (Práticas Integrativas Complementares) ao Complexo do Alemão.

Já na segunda etapa, formamos aromatologistas dentre voluntários para a segunda etapa. Favelas do Cantagalo, Pavão e Pavãozinho bem como Belford Roxo e complexo de favelas do Alemão já possuem voluntários preparados para distribuir e aplicar Óleos Essencias e prestar apoio às comunidades num escopo maior:

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Crianças do projeto FavelaArt no teatro. Experiência junto à mão-de-obra prisional com projetos de costura. Diversas ações de apoio e patrocínio junto a jovens atletas de favela.

Nossa História

na Área de Comunicação Responsável

A esq., Lou em trabalho de mentoria profissional com Alinhamento Energético

O interesse comum uniu, nesta empresa, três gerações que baseiam vida e trabalho dedicados à consultoria de Responsabilidade Social, à Cultura e à Arte.

 

Fundada por Lou Amaral Judice em 1982, a Crayon começou a atuar nas áreas de marketing onde atendeu empresas tais como Elevadores Otis, Golden Cross, EMI Odeon, Dutty Free, Pães Firenze, Laboratório Medley (então IQC), AGA Oxigênio, entre outros. Sempre com visão focada em ações com acessibilidade e responsabilidade social, a empresa cresceu e abriu seu próprio departamento de Comunicação que deu origem à Editora, em 1998.

Com a participação de Ruth Judice, professora e historiadora com grande experiência em História da Arte e Preservação de Patrimônio, a editora surge com foco na publicação de livros de História da Arte. Em 2006 a editora ganhou o prêmio Selo Acessibilidade com o livro infantil da pequena Munna, de 8 anos. A expertise nas áreas de acessibilidade deram destaque nacional ao projeto.

 

Quando ninguém sabia o que era multimeios, nós já estávamos na vanguarda dos movimentos de Rede Social. 

Em 2015, a terceira geração que fundou o grupo de empresas, abre o segmento de audiovisual e marketing digital gerando a Ya! Conexões Artísticas que passa a ser administrada somente por Paulinha Ferrari e Alex Reis enquanto a Editora reestrutura seu quadro.

Em 2017 a Ya! já era uma empresa independente e premiada - hoje empresa parceira - referenciada na área de produção de conteúdo, com diversos prêmios pela produção de Filmes Longa Metragem próprios e em parceria com diretores tais como Oswaldo Montenegro. Na Internet, a turma que entrou na vanguarda de produção de Drops de Humor e programas ao vivo no Youtube, começa a atuar de forma completamente inédita no Instagram atendendo à uma qualificada carteira de clientes.

Inicialmente atuando no grupo de comunicação integrada, hoje Lou Amaral Judice dedica-se exclusivamente aos projetos de Responsabilidade Social e Terapias Integrativas em parceria com uma equipe ampla e plugada nas tecnologias todas,

inclusive as espirituais.

Lançamentos literários: Lou Amaral Judice, Jorge Ben Jor e Ruth Judice entrevistada pelo Canal Futura. Na sequencia, Paulinha Ferrari no Sambódromo e Lou: trabalho de incentivo aos Carnaval do Grupo Especial do Rio.

Nossa História junto a 

Literatura e Acessibilidade

 

Gabrielzinho do Irajá (músico e compositor cego) e Munna Alexandre. Aos 8 anos,

a jovem escritora participa de contações de história com seu livro.

Nossa Editora lançou apenas 8 títulos e todos nos orgulham.

Os livros "Kiki, Gugú, Dadá" e  "A Magia da Floresta" escrito e ilustrado por Munna Alexandre, aos 8 anos, ganhou o Prêmio Selo de Acessibilidade do Governo Federal por ter um encarte especial em brille.

Os lançamentos contavam com contação de histórias nas livrarias do Rio e São Paulo com a presença de Gabrielzinho de Irajá, artista cego que luta pela acessibilidade.

Livros de História da Arte: História da Poesia, História do Neogótico Brasileiro e História da Arquitetura da Cidade Imperial de Petrópolis.

Rio de Janeiro | RJ
WHATS APP: (21) 96816.8507
 
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